PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS EM PACIENTES COM DOENÇAS SISTÊMICAS

Postado Por Categoria: Galeria

Comments (3)

  1. Putz, esse tema de prescrição pra quem tem doença sistêmica é super relevante, né? Vc para pra pensar e é uma complexidade gigante pros médicos, tipo o artigo deve ter abordado bem a dificuldade de conciliar vários remédios, considerando as interações e os efeitos em cada paciente. É muito fácil subestimar o trabalho que dá pensar em tudo isso, desde a dosagem até se um remédio não vai atrapalhar o outro, ainda mais quando a pessoa já tem outras condições. 😬

    E pro paciente, essa clareza e acompanhamento são essenciais. Às vezes a gente nem entende o porquê de tanto remédio ou tanto ajuste, né? É legal que um material assim ajude a gente a pensar mais sobre a importância de conversar abertamente com o médico sobre tudo que tá tomando e sentindo. No fim das contas, a comunicação aberta é chave pra tudo dar certo e o tratamento ser eficaz.

  2. O artigo, ao abordar a prescrição medicamentosa em pacientes com doenças sistêmicas, toca em um dos pilares mais desafiadores da prática clínica, visto que a heterogeneidade fisiopatológica e a polifarmácia inerente a esses quadros demandam uma análise farmacocinética e farmacodinâmica aprofundada. A presença de comorbidades e a disfunção orgânica associada frequentemente impactam o *clearance* de fármacos, elevando o risco de interações medicamentosas e reações adversas, o que exige uma individualização terapêutica rigorosa. Seria de grande valia a discussão sobre a aplicabilidade de ferramentas de estratificação de risco farmacoterapêutico e o papel do monitoramento de biomarcadores para otimizar a segurança e eficácia. Além disso, a relevância da farmacogenômica na predição de respostas e toxicidades, bem como a atuação de equipes multidisciplinares com a inclusão do farmacêutico clínico, são pontos cruciais que mereceriam destaque para uma abordagem mais completa.

  3. Esse assunto é super relevante, né? Pq prescrever medicação pra quem já tem doença sistêmica é um baita desafio, exige um olhar bem cuidadoso pros detalhes. Tem que pensar em todas as interações e particularidades pra não dar ruim pro paciente. É complexo! 🤯

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *