Colaboradora: Dra. CLÁUDIA ROCHELE WICKERT
Não há quem goste de conviver com o odor desagradável do mau hálito, que 90% das causas começam na boca. Veja as outras principais causas:
– Jejum prolongado.
– Dietas inadequadas, alimentação em excesso de alho, cebola, café, gorduras e frituras, cigarro e bebida alcoólica.
– Uso de remédios que induzem à baixa produção de saliva, como antidepressivos, medicamentos contra diabetes, problemas cardíacos e remédios para dormir.
– Sessões de radioterapia, por conta da incidência de câncer de boca, e quimioterapia.
– Doenças provocadas pela falta de higienização, como gengivite e cáries, além de outros distúrbios, como diabetes, problemas no fígado, prisão de ventre e problemas renais.
Para prevenir e tratar a halitose, aí vai algumas dicas:
É fundamental que as pessoas visitem o dentista regularmente para evitar as doenças na boca.
Fazer uma boa higiene dos dentes, gengiva, prótese dental e língua.
Não ficar sem comer por muito tempo.
Tomar bastante água e fazer uma dieta rica em fibras, com alimentos como verduras, carnes e frutas.
Algumas pessoas podem ser resistentes a procurar um tratamento, mas é uma questão de cuidar da saúde como um todo e evitar constrangimentos sociais, afetivos e profissionais. É sempre gostoso ter alguém do seu lado com hálito agradável e sorriso bonito. Isso torna a pessoa até mais simpática.
Dra. Cláudia Rochele Wickert
Cirurgiã-Dentista CRO/RS 7501




O artigo da Dra. Cláudia Rochele Wickert aborda de forma elucidativa a multifatoriedade da halitose, reiterando que a vasta maioria de suas causas reside na cavidade oral. A valorização da higiene bucal rigorosa e das consultas odontológicas periódicas, em conjunto com a atenção a hábitos alimentares e questões sistêmicas, sublinha a necessidade de uma visão holística para a saúde geral e a mitigação de constrangimentos.
O artigo da Dra. Cláudia Rochele Wickert faz um ótimo resumo sobre as diversas causas da halitose, indo além dos 90% de origem bucal. A inclusão de fatores como jejum prolongado, certos alimentos (alho, cebola) e até medicamentos é um ponto crucial, pois muitas vezes focamos apenas na higiene. Fica claro que a prevenção e o tratamento exigem uma abordagem mais holística, integrando cuidados bucais com a atenção à dieta e saúde geral, como bem sugerido.
A Dra. Cláudia Rochele Wickert oferece uma análise abrangente sobre a halitose, pertinentemente destacando que a maioria das causas (90%) tem origem oral, ao mesmo tempo em que aborda fatores sistêmicos e medicamentosos. A reiteração da importância da higiene bucal rigorosa e das consultas periódicas ao dentista é crucial para a prevenção, indo além da estética para impactar positivamente as interações sociais e profissionais.