A manchete de uma revista chama a atenção: O AÇÚCAR É O NOVO CIGARRO. Ele é tão prejudicial à nossa saúde quanto o hábito de fumar. E é muito difícil combater o consumo exagerado do açúcar devido ao prazer imediato que a ingestão de alimentos doces nos traz.
A única diferença entre o cigarro e o açúcar é que o cigarro é evitável e o açúcar, atualmente, é quase inevitável.
O açúcar adicionado ou açúcar invisível, não o açúcar natural encontrado nas frutas e nos legumes, é aquele encontrado nos alimentos industrializados como sucos, refrigerantes, pães, iogurtes, vinhos, salsichas e muito mais.
Este açúcar adicionado é desnecessário ao nosso organismo e é fator de risco para o desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes tipo 2, doenças hepáticas, cardiopatias e cárie. A alta prevalência de cárie está relacionada ao consumo exagerado do açúcar. Ainda assim o setor alimentício promove o açúcar através da intensa publicidade direcionada ao público jovem e infantil.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a quantidade máxima diária de ingestão de açúcar é de 30g. Uma caixa pequena de suco industrializado contém 21 gramas de açúcar, praticamente a dose recomendada pela OMS.
Hoje os defensores da saúde pública sugerem que as duas medidas bem sucedidas na redução do hábito de fumar, educação e tributação, são necessárias no combate ao consumo excessivo de açúcar.
Algo precisa ser feito pois não fazemos idéia de quanto açúcar ingerimos.
Dra. Aline Grangeiro Pilger
CRO/9239
Especialidade: Dentistica Restauradora
Dra. Carla Mônica Zardo
CRO/7597




Putz, ler que ‘o açúcar é o novo cigarro’ e que é quase inevitável deu um choque! 🤯 É maluco como o ‘açúcar invisível’ tá em tudo, até em pães e iogurtes, e a gente nem se liga. A parte do suco industrializado já ter 21g, quase o limite da OMS de 30g, mostra que precisamos urgente de mais educação e rótulos claros pra gente ter noção do que come, né?
O artigo acerta ao traçar o paralelo “O açúcar é o novo cigarro”, evidenciando como o “açúcar adicionado” se tornou quase inevitável e um fator de risco para diversas doenças, incluindo a alta prevalência de cárie. O exemplo da caixa de suco, que sozinha contém 21g de açúcar dos 30g recomendados pela OMS, ilustra bem a ingestão inconsciente e excessiva.
As medidas de educação e tributação, inspiradas nas campanhas antitabagismo, são propostas válidas para combater a publicidade direcionada e a “quase inevitabilidade” do consumo. Seria valioso, ainda, reforçar a discussão sobre o impacto direto do açúcar na saúde bucal, dada a especialidade das profissionais que assinam o artigo.
A comparação entre o açúcar adicionado e o cigarro, especialmente na dificuldade de evitá-lo em produtos industrializados, é bastante pertinente. A falta de percepção sobre a quantidade que ingerimos, somada à publicidade direcionada, reforça a urgência de medidas como educação e tributação, tal qual foi feito com o tabagismo.